{"id":6383,"date":"2025-10-17T15:31:14","date_gmt":"2025-10-17T18:31:14","guid":{"rendered":"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/7\/?page_id=6383"},"modified":"2025-10-17T18:09:09","modified_gmt":"2025-10-17T21:09:09","slug":"apresentacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/7\/apresentacao\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<h2>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Revista MESA<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<em>Revista MESA<\/em>&nbsp;\u00e9 um peri\u00f3dico bil\u00edng\u00fce (portugu\u00eas e ingl\u00eas) digital publicado semestralmente pelo Instituto MESA. Prop\u00f5e-se tornar vis\u00edvel a complexidade das intera\u00e7\u00f5es p\u00fablicas da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica contempor\u00e2nea com a sociedade, e explorar as mudan\u00e7as \u00e9ticas e est\u00e9ticas que embasam as pr\u00e1ticas sociais atravessando os campos da arte, curadoria e educa\u00e7\u00e3o em seus distintos formatos. Com artigos cr\u00edticos,&nbsp;<em>think piece<\/em>, contribui\u00e7\u00f5es, estudos de caso nacionais e internacionais, v\u00eddeos, entrevistas e ensaios fotogr\u00e1ficos,&nbsp;<em>MESA<\/em>&nbsp;pretende apresentar as reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre a arte e a sociedade, baseando-se em experi\u00eancias dos profissionais atuantes neste campo complexo (artistas, curadores, educadores, pesquisadores e ativistas) e tamb\u00e9m em pesquisas a partir de uma ampla gama de disciplinas (hist\u00f3ria da arte, estudos latino-americanos, museologia, educa\u00e7\u00e3o, antropologia, sociologia, geografia e filosofia). Com uma circula\u00e7\u00e3o nacional e internacional, MESA busca um di\u00e1logo entre as pr\u00e1ticas cr\u00edticas e criativas em seus distintos contextos, formatos e situa\u00e7\u00f5es.<br><em>Revista MESA<\/em>&nbsp;Editores: Jessica Gogan e Luiz Guilherme Vergara em colabora\u00e7\u00e3o com diversos contribuidores e autores para cada edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00ba 1. Territ\u00f3rios e Pr\u00e1ticas em Processo<\/strong><br>Fevereiro 2014<\/p>\n\n\n\n<p>Os territ\u00f3rios s\u00e3o definidos pelas suas pr\u00e1ticas; as pr\u00e1ticas, por sua vez, s\u00e3o encarnadas em suas inst\u00e2ncias fixas e fluxos de ritualiza\u00e7\u00f5es pl\u00e1sticas e sociais. O material reunido para esta primeira edi\u00e7\u00e3o explora este terreno contempor\u00e2neo, complexo e m\u00f3vel nas \u00e1reas de arte, curadoria e educa\u00e7\u00e3o. A cr\u00edtica e pesquisadora Tania Rivera foi convidada a contribuir com um&nbsp;<em>think piece<\/em>&nbsp;para acompanhar esta edi\u00e7\u00e3o sobre territ\u00f3rios e pr\u00e1ticas em processo. No trabalho ela explora a resson\u00e2ncia po\u00e9tica da arte no mundo e a import\u00e2ncia de uma pr\u00e1tica curatorial, cr\u00edtica e pedag\u00f3gica de dispers\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos estudos de casos internacionais, a curadora alem\u00e3 Claudia Zeiske descreve na pr\u00e1tica do&nbsp;<em>Deveron Arts<\/em>&nbsp;as formas de pensar a cidade como um espa\u00e7o de acontecimentos que envolvem artistas e p\u00fablicos. Al\u00e9m, o curador portugu\u00eas nascido em Mo\u00e7ambique, Nuno Sacramento, provoca uma discuss\u00e3o pol\u00edtica sobre a produ\u00e7\u00e3o de um novo&nbsp;<em>commun&nbsp;<\/em>atrav\u00e9s do seu projeto&nbsp;<em>Makers\u2019 Meal<\/em>, que juntou artistas e artes\u00e3os para criar um jantar \u2013 desde as mesas, os talheres, at\u00e9 \u00e0 comida. Os dois projetos, realizados no nordeste da Esc\u00f3cia, mostram a vitalidade da arte contempor\u00e2nea em contextos rurais.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros dois estudos de casos, agora nacionais, exploram a vida p\u00fablica da arte e a experi\u00eancia que ela inaugura como um campo cr\u00edtico e criativo: a geopo\u00e9tica da 8\u00aa Bienal do Mercosul, Porto Alegre \u2013 com um v\u00eddeo entrevistando curadores, artistas, participantes e educadores; e quatro outros ensaios que mergulham numa escultura de viv\u00eancias criada com p\u00fablicos diferentes, explorando a instala\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>oBichoSusPensoNaPaisaGen<\/em>, do artista Ernesto Neto.<\/p>\n\n\n\n<p>Nestes territ\u00f3rios vivos surgem novos horizontes de possibilidades pr\u00e1ticas das po\u00e9ticas do cuidar e curar, como mostra o processo de Jos\u00e9 Rufino com os pacientes da doen\u00e7a de Alzheimer \u2013 parte de uma exposi\u00e7\u00e3o e resid\u00eancia do artista no Museu Andy Warhol nos Estados Unidos \u2013, relatado em um artigo nesta edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m destas mudan\u00e7as nas pr\u00e1ticas art\u00edsticas e curatoriais, a entrevista em v\u00eddeo com Jailson de Souza e Silva, diretor do Observat\u00f3rio de Favelas no Rio de Janeiro, mostra a import\u00e2ncia das novas lentes cr\u00edticas e as formas de pensar a cidade como um territ\u00f3rio criativo e pedag\u00f3gico. Num outro contexto, o ensaio fotogr\u00e1fico de Leonardo Guelman, que aborda a Casa dos Milagres no Nordeste do Brasil, mostra o mundo popular e religioso do povo nordestino. Infelizmente esse lugar foi recentemente perdido por um inc\u00eandio, refor\u00e7ando ainda mais a import\u00e2ncia do testemunho da vitalidade da cultura popular.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contribuidores e Colaboradores da 1\u00aa edic\u00e3o:<\/strong><br>Anita Sobar, Bernardo Zabalaga, Bianca Bernardo, Claudia Zeiske, Ernesto Neto, Imagens de Povo, Jailson de Souza e Silva, Jessica Gogan, Jos\u00e9 Rufino, Leandro Almeida, Leonardo Guelman, Luiz Guilherme Vergara, Nuno Sacramento, 8\u00aa Bienal do Mercosul, Tania Rivera, e Virg\u00ednia Kastrup.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00ba 2. Espa\u00e7os Po\u00e9ticos = Linguagens \u00c9ticas<\/strong><br>Abril 2015<\/p>\n\n\n\n<p>Ressaltamos nesta segunda edi\u00e7\u00e3o da Revista MESA resson\u00e2ncias conceituais como parte de uma conversa cr\u00edtica inacabada e aberta para o transbordamento atual do est\u00e9tico a servi\u00e7o do \u00e9tico. Re\u00fanem-se nesta edi\u00e7\u00e3o formas de estar juntos. Fred Coelho, no seu \u201cthink piece\u201d provocador, aponta para o \u201ccomo viver juntos\u201d vivenciado por artistas e n\u00e3o artistas no Brasil e na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos estudos de casos, Angela Carneiro nos apresenta o curso de extens\u00e3o Universidade das Quebradas, apontando para um fluxo vital de afeto que mobiliza e constr\u00f3i a cria\u00e7\u00e3o de uma cartografia vivenciada de encontros, derivas e travessias. Felipe Moreno discorre sobre Ren\u00e9 Francisco, que leva seus alunos a participar no \u201cmundo real\u201d, fora do ateli\u00ea e das salas de aula, e seus cursos intitulados de \u201cpragm\u00e1ticas pedag\u00f3gicas\u201d, criando com seus alunos a\u00e7\u00f5es coletivas. O coletivo argentino Ala Pl\u00e1stica expressa seu engajamento ambiental e biorregional com iniciativas que compreendem estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00f5es comunicativas ligadas aos contextos sociais e que contrastam com a ideologia modernista da neutralidade da arte. E Roberta Condeixa nos oferece as microutopias realizadas por Juan Manuel Echavarr\u00eda no seu laborat\u00f3rio terap\u00eautico de resgates existenciais com os ex-guerrilheiros do narcotr\u00e1fico na Col\u00f4mbia.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o, o espa\u00e7o para a entrevista foi com o artista Carlos Vergara que, com sua pr\u00e1tica constante de se deslocar e viajar pelo mundo, realiza um gesto criativo \u00fanico de rever\u00eancia e (in)voca\u00e7\u00e3o pelas singularidades que habitam cada lugar reconhecendo a pot\u00eancia do artista como \u201cum coadjuvante\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Um olhar sobre a natureza \u00e9 tamb\u00e9m parte do comprometimento com outras margens, com os povos ind\u00edgenas, culturas e consci\u00eancia ambiental. Guilherme Vaz prop\u00f5e uma performance sonora com marac\u00e1s na mata atl\u00e2ntica em Niter\u00f3i percorrida por Charles Darwin, fundando uma simbologia cerimonial do acontecer solid\u00e1rio entre sons ind\u00edgenas e ritos contempor\u00e2neos que se produz simultaneamente com a experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, com a colabora\u00e7\u00e3o de 30 artistas e pesquisadores de diversas regi\u00f5es do Brasil, Cristina Ribas nos oferece em seu artigo uma rede com novos vocabul\u00e1rios transversais para navegar e reinventar nosso lugar no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contribuidores e Colaboradores da 2\u00aa edic\u00e3o:<\/strong><br>Ala Pl\u00e1stica, Angela Carneiro, Be\u00e1 Meira, Carlos Vergara, Chlo\u00e9 Le Prunennec, Cristina Ribas, Daniel Le\u00e3o, Felipe Moreno, Frederico Coelho, Guilherme Vaz, Jessica Gogan, Juan Manuel Echavarr\u00eda, Leandro Almeida, Luiz Guilherme Vergara, No\u00e9lia Albuquerque, Ren\u00e9 Francisco Rodr\u00edguez e Roberta Condeixa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00ba 3. Sentido de P\u00fablico na Arte<\/strong><br>Maio 2015<\/p>\n\n\n\n<p>Entendemos esta terceira edi\u00e7\u00e3o da Revista MESA como uma revista-processo, um ecossistema de vozes e escritas, palavras e imagens convocando pr\u00e1ticas e pol\u00edticas para uma alternativa global e novos sentidos de p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Peter P\u00e1l Pelbart abre esta cartografia associando o ser humano contempor\u00e2neo com a aranha, da\u00ed cruzam-se corpos da pol\u00edtica de contracafetinagem de Rodrigo Nunes \u00e0 reconfigura\u00e7\u00e3o do p\u00fablico de Danilo Streck, que transbordam para as corporiza\u00e7\u00f5es moventes e comoventes do filme do coletivo \u00a1NoPasaran! sobre as manifesta\u00e7\u00f5es de 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta edi\u00e7\u00e3o se torna especial pela diversidade geogr\u00e1fica (nacional e internacional) dos acontecimentos e ensaios reunidos. Ressaltamos tr\u00eas estudos de casos nacionais com ensaios, v\u00eddeos e depoimentos realizados a partir do projeto itinerante&nbsp;<em>O Sentido do P\u00fablico na Arte<\/em>, gra\u00e7as ao Pr\u00eamio (d\u00e9cima edi\u00e7\u00e3o) Redes de Encontros nas Artes Visuais da Funarte. Tr\u00eas regi\u00f5es distintas do Brasil, ou ecossistemas culturais, s\u00e3o representadas pelos encontros do projeto no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Juazeiro do Norte, Cariri. Tornam-se vis\u00edveis e aud\u00edveis as diferen\u00e7as de imagin\u00e1rios, indissoci\u00e1veis das singularidades geopo\u00e9ticas. N\u00e3o haveria como tratar do sentido de p\u00fablico na arte sem o sentir encarnado da diversidade da cultura brasileira contempor\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa trama de aprofundamentos se tornou transcultural, ampliando as fronteiras nacionais com estudos internacionais. S\u00e3o quatro pontos cardeais de dist\u00e2ncias continentais e proximidades \u00e9ticas que se unem nesta edi\u00e7\u00e3o. Da adversidade e resist\u00eancia po\u00e9tica s\u00e3o tecidos os fios do sert\u00e3o do Cear\u00e1 a Porto Alegre, de Johannesburgo, na \u00c1frica do Sul, a Glasgow, na Esc\u00f3cia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contribuidores e Colaboradores da 3\u00aa edic\u00e3o:<\/strong><br>Alex Hetherington, Anthony Schrag, Barbara Szaniecki, Bia Jabor, Brian Hartley, Chlo\u00e9 Le Prunennec, Daniel Le\u00e3o, Danilo R. Streck, Diana Kolker Carneiro da Cunha, Emma Balkind, Eugenio Vald\u00e9s Figueroa, Felipe Moreno, Hans K Clausen, Jessica Gogan, Jos\u00e9 Rufino, Katie Bruce, Leandro Almeida, Leonardo Guelman, Luiz Guilherme Vergara, M\u00f4nica Hoff, Mysterious Creatures Dance Fusion, \u00a1NoPasaran!, Nuno Sacramento, Peter P\u00e1l Pelbart, Rafa Silveira [Rafa \u00c9is], Rangoato Hlasane, Roberta Condeixa, Rodrigo Nunes, Sarah Barr e t s Beall.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<br><strong>N\u00ba 4. Passado como Pensamento Forma<br>Pr\u00e1ticas H\u00edbridas\/Zonas Limites<\/strong><br>Maio 2015<\/p>\n\n\n\n<p>Esta edi\u00e7\u00e3o da&nbsp;<em>Revista MESA<\/em>&nbsp;re\u00fane reflex\u00f5es e casos hist\u00f3ricos e contempor\u00e2neos que se baseiam em narrativas cr\u00edticas inspiradoras como pedras de toque vitais. O subt\u00edtulo da edi\u00e7\u00e3o, \u201cPr\u00e1ticas h\u00edbridas e zonas limite\u201d, agu\u00e7a ainda mais o nosso interesse em explorar formas de engajamentos art\u00edsticos indissoci\u00e1veis das interlocu\u00e7\u00f5es sociais, pedag\u00f3gicas, ativistas, coletivas \u2013 que resgatam para a arte o seu sentido transgressor de desafio\/vida e elite\/democr\u00e1tica, particularmente decis\u00f3ria em momentos culturais cr\u00edticos, como a virada do s\u00e9culo XX e, mais recentemente, os anos 60 e 70.<\/p>\n\n\n\n<p>Edson Sousa, em seu&nbsp;<em>think piece<\/em>, aponta para a zona fronteiri\u00e7a do lugar de risco em que se inscreve a arte como \u201canteparo de nossas certezas\u201d e impulsiona a no\u00e7\u00e3o de utopia como pot\u00eancia de eclos\u00e3o do sentido linear do tempo, movimento que vai do futuro ao passado, numa correnteza contra a realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Um contrafluxo de futuro ressoa em cada narrativa desta edi\u00e7\u00e3o. Graciela Carnevale compartilha seu arquivo fotogr\u00e1fico de experi\u00eancias radicais das a\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e sociopol\u00edticas do Grupo de Vanguarda Art\u00edstica Argentino e seus projetos&nbsp;<em>Tucum\u00e1n Arde&nbsp;<\/em>e<em>&nbsp;Ciclo de Arte Experimental<\/em>, em Buenos Aires e Ros\u00e1rio, em 1968.<\/p>\n\n\n\n<p>Dois estudos de casos nacionais s\u00e3o apresentados:&nbsp;<em>Rubens Gerchman: A demiss\u00e3o no bolso<\/em>&nbsp;e<em>&nbsp;Laborat\u00f3rio Contempor\u00e2neo<\/em>&nbsp;na Casa Daros exploram os anos nos quais o artista foi diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, entre 1975 e 1979, e um curso experimental destinado a jovens artistas inspirado por este per\u00edodo \u2013 o&nbsp;<em>Laborat\u00f3rio Contempor\u00e2neo \u2013 Propostas e descobertas do que \u00e9 arte (ou pode ser)<\/em>. O segundo estudo apresenta o trabalho do N\u00facleo Experimental de Educa\u00e7\u00e3o e Arte do MAM, ativo entre 2009 e 2013, e explora paralelos experimentais na hist\u00f3ria do MAM.<\/p>\n\n\n\n<p>Os estudos de caso internacionais s\u00e3o dos Estados Unidos e Chile. John Dewey e Jane Addams viram refer\u00eancias hist\u00f3ricas para as curadoras Mary Jane Jacob e Kate Zeller e seu projeto A pr\u00e1tica vivida, compondo um processo rico e multidimensional que investiu na pot\u00eancia de futuro do legado desses dois nas pr\u00e1ticas de uma nova gera\u00e7\u00e3o de artistas em Chicago. Em Santiago, Claudia Zaldivar relata a jornada de 34 anos do Museo de La Solidaridad Salvador Allende e sua genealogia de esperan\u00e7a e luta.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu artigo de universidades livres, Sergio Cohn recupera as camadas arqueol\u00f3gicas de futuros t\u00e3o presentes nas crises das institui\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o, arte e cultura hoje, explorando projetos contempor\u00e2neos, tais como a Universidade N\u00f4made, que compartilham paralelos ricos com as iniciativas idealistas do in\u00edcio do s\u00e9culo XX por uma pr\u00e1tica universit\u00e1ria livre.<\/p>\n\n\n\n<p>A v\u00eddeo-entrevista desta edi\u00e7\u00e3o explora o projeto lend\u00e1rio&nbsp;<em>The Model: A Model for a Qualitative Society<\/em>&nbsp;(O Modelo: Um Modelo para uma Sociedade Qualitativa) no Moderna Museet, em Estocolmo, em 1968, e o&nbsp;<em>The New Model: An Enquiry<\/em>&nbsp;(O Novo Modelo: Uma Investiga\u00e7\u00e3o), projeto de pesquisa iniciado por Lars Bang Larsen e Maria Lind em 2011 que investiga o legado do&nbsp;<em>The Model<\/em>&nbsp;em uma s\u00e9rie de exposi\u00e7\u00f5es, semin\u00e1rios e projetos art\u00edsticos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contribuidores e Colaboradores da 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o:<\/strong><br>Beatriz Coelho, Bia Jabor, Chlo\u00e9 Le Prunennec, Clara Gerchman, Claudia Zaldivar, Daniel Le\u00e3o, Diana Kolker Carneiro da Cunha, Edson Luiz Andr\u00e9 de Sousa, Gabriela Gusm\u00e3o, Graciela Carnevale, Gunilla Lundahl, Jessica Gogan, Jo\u00e3o de Albuquerque, Kate Zeller, Lars Bang Larsen, Luan Machado, Luiz Guilherme Vergara, Magnus B\u00e4rt\u00e5s, Mara Pereira, Maria Lind, Mary Jane Jacob, Michel Schettert, Palle Nielsen, Raphael Giammattey, Sabrina Curi e Sergio Cohn.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00ba 5 \u2013 Cuidado como m\u00e9todo<\/strong><br>Dezembro 2018<\/p>\n\n\n\n<p>Esta quinta edi\u00e7\u00e3o especial da&nbsp;<em>Revista MESA<\/em>&nbsp;\u201cCuidado como m\u00e9todo\u201d re\u00fane m\u00faltiplas vozes, pr\u00e1ticas e experi\u00eancias que nos convidam a refletir sobre o cuidado enquanto for\u00e7a micropol\u00edtica, pr\u00e1tica art\u00edstica e modo de reprodu\u00e7\u00e3o social, dimens\u00e3o que muitas vezes se perde nos empregos diversos e correntes da palavra; que \u00e9 desvirtuada nas hierarquias que se estabelecem quando o cuidado \u00e9 institucionalizado, nos discursos demag\u00f3gicos e paternalistas de pol\u00edticos e partidos. A partir desta no\u00e7\u00e3o de cuidado a revista busca abordar a complexidade de processos desenvolvidas em diferentes contextos s\u00f3cio-culturais, que mobilizam o cuidado como m\u00e9todo na contemporaneidade e em diversas formas de pr\u00e1ticas art\u00edsticas. Resultado de uma intensa rede de trocas, trabalho e investiga\u00e7\u00e3o que vem sendo tecida desde 2015 entre Brasil e Esc\u00f3cia, esta edi\u00e7\u00e3o da&nbsp;<em>Revista MESA<\/em>&nbsp;afirma a dimens\u00e3o pol\u00edtica do cuidado indicada na origem da palavra no latim cogitare,&nbsp;<em>cogitar o outro<\/em>, que em portugu\u00eas se aproxima da ideia de (co)moverse, de afetar e deixar-se afetar, de mover-se com, e a si mesmo, na rela\u00e7\u00e3o com a coletividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a colabora\u00e7\u00e3o de mais de noventa pessoas de diferentes continentes, contextos e territ\u00f3rios s\u00f3cio-culturais,&nbsp;<em>MESA<\/em>&nbsp;# 5 aposta no potencial dos encontros de criarem rela\u00e7\u00f5es de afetos, de abra\u00e7arem as diferen\u00e7as e abrirem novas formas de comunica\u00e7\u00e3o. Especialmente alimentada pelos desdobramentos do Encontro Internacional Cuidado como M\u00e9todo # 2, realizado no Rio de Janeiro nos meses de setembro e outubro de 2017, esta edi\u00e7\u00e3o representa a culmin\u00e2ncia de tr\u00eas anos de di\u00e1logos. Reunindo diferentes experi\u00eancias de pessoas, grupos e institui\u00e7\u00f5es, a presente edi\u00e7\u00e3o aprofunda os debates, visitas e festividades que integraram este encontro internacional e tamb\u00e9m registra as iniciativas de diversos grupos do trabalho na Esc\u00f3cia e do Projeto arte_cuidado no Brasil.&nbsp; Aqui podemos reconhecer as resson\u00e2ncias geradoras dessa rede internacional de colabora\u00e7\u00e3o em artigos, na&nbsp;<em>think piece<\/em>, em di\u00e1logos, interven\u00e7\u00f5es e estudos de caso reunidos pela primeira vez nesta publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contribuidores e Colaboradores da 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autores:<\/strong><br>Alison Stirling, Abel Luiz, Ana Kemper, Ana Vit\u00f3ria, Ariadne de Moura Mendes, Bia Jabor, Carlos Arthur Felipe, Claire Barclay, Cristina Ribas, Daniel Murgel, Denise Adams, Diana Kolker, Eleonora Fabi\u00e3o, Eliane Carapateira, Elielton Queiroz Rocha, Espa\u00e7o Aberto ao Tempo, Fernanda Magalh\u00e3es, Gina Ferreira, Isabella Dias, Izabela Pucu, James Bell, Josemias Moreira Filho, JV Santos, Kate Gray, Kirsten Lloyd, Laura Spring, Leandro Almeida, Leandro Freixo, L\u00edvia Flores, Loucura Suburbana, Lula Wanderley, Luiz Claudio Silva, Luiz Guilherme Barbosa, Luiz Guilherme Vergara, Luiz Hubner, Luiza de Andrade, Marcos Barreto, Millena L\u00edzia, Nicola White, Nuno Sacramento, M\u00e1rcia Campos, Maria da Penha, Mario Chagas, Pamela Perez, Paula Batelli, Rafael Zacca, Raquel Fernandes, Ricardo Resende, Shona Macnaughton, Steve Hollingsworth, Tania Rivera, Thatiana Diniz, Thelma Vilas Boas e Wendy Jacob.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Institui\u00e7\u00f5es colaboradoras dos estudos de caso:<\/strong><br>Artlink, Collective, Espa\u00e7o Aberto ao Tempo, Loucura Suburbana, Macquinho Plataforma Urbana Digital e Museu Bispo do Ros\u00e1rio Arte Contempor\u00e2nea e todos seus parceiros, colaboradores e apoiadores, Centro Municipal de Arte H\u00e9lio Oiticica (CMAHO), Museu de Imagens do Inconsciente, Saracura, Lanchonete&lt;&gt;Lanchonete, o Programa M\u00e9dico de Fam\u00edlia de Niter\u00f3i e os Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade Coletiva e em Estudos Contempor\u00e2neas das Artes da UFF.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Colaboradores do Gloss\u00e1rio:<\/strong><br>Alison Stirling, Ana Teresa Derraik, Andr\u00e9 Bastos, Angela Carneiro, Annette Krauss, Casa Jangada, Catarina Resende, Cezar Migliorin, Cristina Ribas, Dai Ramos, Eduardo Passos, Enrico Rocha , Fernanda Eugenio, Gladys Schincariol, Iac\u00e3 Macerata, Lidia Costa Laranjeira, Luiz Guilherme Vergara, Mariana Guimar\u00e3es, Noelle Resende, Rafa \u00c9is, Rafael Zacca, Ruth Torralba, Steven Hollingsworth, Tulio Batista Franco e Virg\u00ednia Kastrup.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entrevistados do v\u00eddeo;<em>Cuidado como m\u00e9todo<\/em>:\u00a0<\/strong><br>Abel Luiz, Alex Ven\u00e2ncio, Ana Carvalho, Ana Teresa Derraik, Ariadne de Moura Mendes, Arlindo Oliveira da Silva, Bianca Bernardo, Carla Guagliardi, Clovis Aparecido dos Santos, Eleonora Fabi\u00e3o, Elielton Queiroz Rocha, Elisama Arnaud, Em\u00edlia Miterofe, Frederico Morais, G\u00ea Vasconcelos, Gina Ferreira, Gladys Schincariol, Glaucia Villas Boas, H\u00e9lio Carvalho, Izabela Pucu, Josemias Moreira Filho, L\u00edvia Flores, Luiz Carlos Marques, Luiz Carlos Mello, Lula Wanderley, Luiz Guilherme Vergara, Luiz Hubner, Luiz S\u00e9rgio de Oliveira, Magda Chagas, Maria C\u00e9lia Vasconellos, Pablo Meijueiro, Marcelo Correa, Rafael Zacca, Raquel Fernandes, Ricardo Resende, Rog\u00ea de Oliveira Candido, T\u00e2nia Marins, Tania Rivera, T\u00falio Franco, Vitor Pordeus e William Moreira.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00ba 6 \u2013 Vidas escondidas<\/strong><br>Mar\u00e7o 2020<\/p>\n\n\n\n<p>A 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Revista MESA, \u201cVidas Escondidas\u201d, \u00e9 dedicada aos m\u00faltiplos sentidos de \u201cescondido\u201d na sociedade. A busca por trazer luz \u00e0s quest\u00f5es que atravessam e amea\u00e7am nossas vidas \u00e9 recorrente como uma vontade cr\u00edtica e (re)generadora do indagar \u2013 o que pode a arte no mundo contempor\u00e2neo? A edi\u00e7\u00e3o \u00e9 composta por estudos de casos, artigos, entrevistas, di\u00e1logos, filmes e ensaios fotogr\u00e1ficos das interfaces entre arte e pr\u00e1ticas contempor\u00e2neas socialmente engajadas, reunindo-se como corpo coletivo das m\u00faltiplas vozes de contra narrativas e diferentes estrat\u00e9gias po\u00e9ticas e pol\u00edticas. As vidas escondidas s\u00e3o abordadas como parte das lutas por justi\u00e7a restaurativa e inclus\u00e3o social: recupera\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias, investigando esconderijos e des-escondendo engrenagens de silenciamentos; questionando os sistemas escolares, religiosos e psiqui\u00e1tricos; gerando outras perspectivas de manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, muitas n\u00e3o-ainda arte ou al\u00e9m; habitando e transformando adversidades em reencantamentos de outros mundos poss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Projetada como plataforma viva para documenta\u00e7\u00e3o, colabora\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o, MESA \u00e9 uma escultura social que mobiliza seu devir revista-escola ao atuar como ponte e \u201cmesa\u201d entre artistas, pesquisadores, institui\u00e7\u00f5es, universidades, comunidades, professores e estudantes de diversas \u00e1reas dentro e fora do Brasil, tecendo fios entre as cartografias do escondido neste n\u00famero. Desenvolvida ao longo de 2019-2021, a partir da semente geradora da exposi\u00e7\u00e3o \u201cBaia de Guanabara: Aguas e vidas escondidas\u201d(2016) no MAC, Niter\u00f3i, esta edi\u00e7\u00e3o conecta iniciativas locais: desde as periferias do Morro do Bumba, Niter\u00f3i e S\u00e3o Gon\u00e7alo, ao Vale de Jequitinhonha; desde as quest\u00f5es de f\u00e9 e religi\u00e3o, aos legados dos desaparecimentos e desaparecidos das ditaduras no Brasil, Argentina e Chile; desde as a\u00e7\u00f5es coletivas na Pequena \u00c1frica no Rio de Janeiro, \u00e0s pr\u00e1ticas socialmente engajadas em diversos contextos na Irlanda, Esc\u00f3cia e Chipre. Reconhecemos que as iniciativas de pesquisa-a\u00e7\u00e3o, encontros e conversas com e entre os colaboradores foram fundamentais para o projeto editorial. Assim se reafirma a base \u00e9tica defendida em todas as edi\u00e7\u00f5es anteriores com \u00eanfase na cria\u00e7\u00e3o coletiva, nas pr\u00e1ticas art\u00edsticas dirigidas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de redes de colabora\u00e7\u00f5es como geradoras de conectividades e v\u00ednculos entre diferentes setores e organiza\u00e7\u00f5es sociais locais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contribuidores e Colaboradores da 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autores e contribuidores:<br>Brasil:<\/strong>&nbsp;Angela Mascelani, Anita Sobar, Cintya Ferreira, Cristina Seixas, Daniela Name, Diana Kolker, Diego Zelota, Dudu, Fabio Tremonte, Gabriel de Souza Vieira, Gabriela Bandeira, Gaby, Izabela Pucu, Izadora, Jeff Medeiros, Jessica Barbosa, Joyce Maravilha, Joana Mazza, Julio Verztman, Karina, Kaylane Rodrigues, Kaylanne, K\u00eania Maia, Larissa, Laura Lima, Leandro Almeida, L\u00edvia Moura, Luiz Guilherme Barbosa, Madalena Vaz Pinto, Maria Clara Zameii, Maria Clara Carrielo, Maria Ign\u00eas Albuquerque, Mariana de Lima Silva, Mauricio Dias, Pedro S\u00e1 Morais, Priscilla Grimberg, Raquel Danielli Mota, Renata Bazilia, Renata Targino, Sandro Rodrigues, Tania Kolker, Thais, Thiago Haule e Walter Riedweg.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chipre<\/strong>: Alev Adil, Chyrstalleni Loizidou, H\u00fcseyin \u00d6zinal e Twenty Three. Em especial as co-editoras do estudo de caso Esra Plumer e Evanthia Tselika \u201cConversando atrav\u00e9s da Zona Tamp\u00e3o cipriota: tornando vis\u00edvel o invis\u00edvel.\u201d AA_U, EMAA, Free School, Hands on Famagusta, NeME, Pikadilli, ReAfrodite, Rooftop Theatre Group, Sidestreet Culture, Studio 21, Urban Gorillas, Visual Voices e Xarkis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irlanda:<\/strong>&nbsp;Anne Mulhall, Bernie Masterson, Doutsje Nouta, Reverendo Val Rodgers, Seamus McGuinness, Vukasin Nedeljkovic e Willem Van Goor. Em especial Helen O\u2019Donoghue co-editora do estudo de caso \u201cRevelando o escondido: a pr\u00e1tica art\u00edstica socialmente engajada na Irlanda.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Esc\u00f3cia:<\/strong>&nbsp;Caroline Gausden<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chile:<\/strong>&nbsp;Jos\u00e9 Santos Herceg e Maria Carolina Pizarro Cortes<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fran\u00e7a:<\/strong>&nbsp;Sandrine Teixido<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mexico:&nbsp;<\/strong>Mayra Martell<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Institui\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Casa Museu Rancho Verde, Glasgow Women\u2019s Library, University of St Andrews \u2013 Esc\u00f3cia, Embaixada da Irlanda no Brasil, Rede Unida, Meta Tradu\u00e7\u00e3o Simult\u00e2nea (MTS), Instituto de Estudos Avan\u00e7ados (IDEA) da Universidade de Santiago do Chile e o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Contempor\u00e2neas das Artes da Universidade Federal Fluminense.<\/p>\n\n\n\n<p>_<\/p>\n\n\n\n<p>A sexta edi\u00e7\u00e3o foi realizada com o patroc\u00ednio do Edital de Chamada Emergencial de Premia\u00e7\u00e3o n\u00ba1\/2020 \u2013 \u201cRetomada Cultural RJ\u201d Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro atrav\u00e9s da Lei Aldir Blanc.<\/p>\n\n\n\n<p>A quinta edi\u00e7\u00e3o da Revista MESA \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Instituto MESA com o Projeto Arte_Cuidado, o Artlink e a Collectiva, al\u00e9m da parceria com o British Council e Creative Scotland. Contou ainda com colabora\u00e7\u00e3o institucional do Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade Coletiva e em Estudos Contempor\u00e2neas das Artes da UFF.<\/p>\n\n\n\n<p>As quatro primeiras edi\u00e7\u00f5es foram contempladas por recursos do Pr\u00eamio Procultura de Est\u00edmulo \u00e0s Artes Visuais 2010 (Funarte\/MinC).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresenta\u00e7\u00e3o Revista MESA A&nbsp;Revista MESA&nbsp;\u00e9 um peri\u00f3dico bil\u00edng\u00fce (portugu\u00eas e ingl\u00eas) digital publicado semestralmente pelo Instituto MESA. 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