{"id":550,"date":"2021-03-13T18:01:26","date_gmt":"2021-03-13T21:01:26","guid":{"rendered":"http:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/?post_type=portfolio&#038;p=550"},"modified":"2021-04-12T12:36:26","modified_gmt":"2021-04-12T15:36:26","slug":"huseyin-ozinal","status":"publish","type":"portfolio","link":"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/portfolio\/huseyin-ozinal\/","title":{"rendered":"Fugitive Bodies"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" width=\"1097\" height=\"699\" src=\"http:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/cover-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1621\" srcset=\"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/cover-2.png 1097w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/cover-2-300x191.png 300w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/cover-2-1024x652.png 1024w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/cover-2-768x489.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1097px) 100vw, 1097px\" \/><figcaption>H\u00fcseyin \u00d6zinal, <em>Fugitive Bodies<\/em>, 2016-2018, Art Rooms Gallery, exposi\u00e7\u00e3o de 16 de novembro a 9 de dezembro de 2018.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2>Fugitive Bodies<sup>1<\/sup><\/h2>\n\n\n\n<h4 class=\"Body\"><span lang=\"PT\">H\u00fcseyin \u00d6zinal <\/span><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">Comecei a sentir as dores da mudan\u00e7a no meu trabalho junto com a abertura das fronteiras em 2003 e meu retorno ao Chipre em 2004. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">Tendo vivido a guerra como um menino de 13 anos em uma vila no sul do Chipre em 1974, sendo for\u00e7ado a migrar para o norte quando da troca de popula\u00e7\u00e3o em 1975 e como algu\u00e9m que testemunhou a divis\u00e3o do Chipre, eu ainda carrego a dor e a raiva de todos esses traumas, apesar dos meus esfor\u00e7os em deix\u00e1-los para tr\u00e1s. Essa raiva e essa dor que sinto se manifestam e se expressam no meu trabalho eventualmente.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">O estabelecimento da Initiative Against Homophobia [Iniciativa Contra a Homofobia] em 2006 e meu papel nela como um dos fundadores, bem como meu envolvimento em outros movimentos ativistas subsequentes, criaram um processo natural em que um foi sucedendo o outro.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">Naquele momento, eu me vi no movimento pelos direitos dos homossexuais como uma pessoa que estava com o peso da raiva que sentia da divis\u00e3o do Chipre e ciente da atmosfera discriminat\u00f3ria criada pelo direito penal que definia a homossexualidade como \u201crela\u00e7\u00f5es contra a natureza\u201d; rela\u00e7\u00f5es definidas como crime pun\u00edvel com pris\u00e3o. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">No fundo (tendo crescido e vivido em uma sociedade homof\u00f3bica), era uma situa\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria voltar a um Chipre cujas fronteiras estavam abertas, depois de ter vivido quase 30 anos na di\u00e1spora, incapaz de me expressar e viver livremente. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">Trabalhar como ativista independente, entre 2014 e 2017, na Gender Equality Platform [Plataforma de Igualdade de G\u00eanero] criada pelo movimento feminista no norte do Chipre foi muito importante para a minha vida pessoal. Em especial, foi um elemento importante para ver em quais aspectos os movimentos LGBTQ e feministas se aproximavam ou se afastavam. Tamb\u00e9m devo ressaltar que minhas amigas feministas, tanto nessa plataforma quanto na vida externa, contribu\u00edram muito para o meu trabalho recente. Seu conhecimento compartilhado e experi\u00eancias pessoais ajudaram a nutrir minha pintura em diferentes \u00e1reas.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">Na minha \u00faltima s\u00e9rie, <i>Fugitive Bodies <\/i>(2016-2018), meu trabalho sobre o corpo \u00e9 um ponto que alcancei como o culminar desses processos. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">O primeiro lar dos seres humanos, onde eles existem e podem ser eles mesmos, s\u00e3o seus pr\u00f3prios corpos. Desde o primeiro momento em que tive consci\u00eancia da minha exist\u00eancia e do meu pr\u00f3prio discernimento, comecei a lutar &#8220;para ser eu mesmo&#8221;. O Chipre em que passei os primeiros anos da minha vida e juventude, e depois da abertura das fronteiras (embora no momento em que eu esteja escrevendo elas estejam fechadas devido \u00e0 pandemia de Covid-19), assim como Istambul, onde morei por 30 anos nesse meio-tempo, sempre foram um campo de luta e exist\u00eancia para mim.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">Tudo o que existe dentro do que \u00e9 desconsiderado, o suprimido, o abusado, o eliminado, os outros que n\u00e3o s\u00e3o vistos, intencionalmente esquecidos pela heteronormatividade e ao mesmo tempo for\u00e7ados a sentir a necessidade de aderir \u00e0 normatividade: ter corpos ideais. Estamos lutando contra um mundo heterossexista, e \u00e9 dessas quest\u00f5es que meu trabalho trata.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><span lang=\"PT\">S\u00f3 consigo prosseguir com a minha exist\u00eancia fazendo e trabalhando. Mesmo que as quest\u00f5es sobre as quais eu tenha trabalhado ultimamente sejam pesadas por vezes, mesmo que eu sinta que estou machucado e sofrendo, \u00e9 bom para mim expandir os limites da minha arte ao mesmo tempo em que expando os meus pr\u00f3prios limites e produzir em um espa\u00e7o pol\u00edtico que carrega valores universais.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"Body\"><div id=\"metaslider-id-553\" style=\"width: 100%; margin: 0 auto;\" class=\"ml-slider-3-20-3 metaslider metaslider-flex metaslider-553 ml-slider\">\n    <div id=\"metaslider_container_553\">\n        <div id=\"metaslider_553\">\n            <ul aria-live=\"polite\" class=\"slides\">\n                <li style=\"display: block; width: 100%;\" class=\"slide-566 ms-image\"><img width=\"875\" height=\"1083\" src=\"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/1-8.jpg\" class=\"slider-553 slide-566\" alt=\"\" loading=\"lazy\" rel=\"\" title=\"1\" style=\"margin: 0 auto; width: 53.554939981533%\" srcset=\"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/1-8.jpg 875w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/1-8-242x300.jpg 242w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/1-8-827x1024.jpg 827w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/6\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2021\/03\/1-8-768x951.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 875px) 100vw, 875px\" \/><div class=\"caption-wrap\"><div class=\"caption\">H\u00fcseyin \u00d6zinal, Fugitive Bodies, 2016-2018, Art Rooms Gallery, exposi\u00e7\u00e3o de 16 de novembro a 9 de dezembro de 2018.<\/div><\/div><\/li>\n                <li style=\"display: none; 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Entre 1979 e 1984, completou sua forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica em Pintura na Universidade Murmur e viveu em Istambul at\u00e9 2004, quando regressou definitivamente ao Chipre. O interesse de \u00d6zinal pelo corpo na pintura, estados e pol\u00edticas do corpo \u00e9 paralelo ao seu papel como ativista na comunidade LGBTI. Desde 2016, seu trabalho enfoca quest\u00f5es como a incompletude do corpo \u2013 relut\u00e2ncia em encontrar a forma e, principalmente, resist\u00eancia a se tornar corpos ideais. Essa resist\u00eancia \u00e9 expressa em formas minimalistas e sutis, semelhantes \u00e0 poesia. Para obter mais informa\u00e7\u00f5es: <a href=\"http:\/\/huseyinozinal.com\/\"><span class=\"Hyperlink0\">http:\/\/huseyinozinal.com\/<\/span><\/a><span class=\"Hyperlink0\"> Contato: <\/span><a href=\"mailto:enkidu61@yahoo.com\"><span class=\"Hyperlink0\">enkidu61@yahoo.com<\/span><\/a><\/span><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><sup>1<\/sup> Em portugu\u00eas, <em>Corpos Fugitivos<\/em>. (N.T.)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fugitive Bodies1 H\u00fcseyin \u00d6zinal Comecei a sentir as dores da mudan\u00e7a no meu trabalho junto com a abertura das fronteiras em 2003 e meu retorno ao Chipre em 2004. 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