{"id":249,"date":"2013-12-16T16:36:16","date_gmt":"2013-12-16T16:36:16","guid":{"rendered":"http:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/1\/?page_id=249"},"modified":"2016-01-21T12:17:42","modified_gmt":"2016-01-21T12:17:42","slug":"biografias-contribuidores-e-colaboradores-revista-mesa-1a-edicao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/1\/biografias-contribuidores-e-colaboradores-revista-mesa-1a-edicao\/","title":{"rendered":"Contribuidores e Colaboradores \u2013 Revista Mesa 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img class=\"alignnone size-full wp-image-306\" alt=\"\" src=\"http:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/1\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/3_Makers_Meal_Photo_Essay_031.jpg\" width=\"590\" srcset=\"https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/1\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/3_Makers_Meal_Photo_Essay_031.jpg 2448w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/1\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/3_Makers_Meal_Photo_Essay_031-300x200.jpg 300w, https:\/\/institutomesa.org\/revistamesa\/edicoes\/1\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/3_Makers_Meal_Photo_Essay_031-1024x682.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 2448px) 100vw, 2448px\" \/><br \/>\n<span class=\"legenda\"><em>Makers\u2019 Meal e a produ\u00e7\u00e3o do novo common <\/em> K. Morris, E. Ogilvie, K. Mellard e J. Rose ao redor da mesa antes do jantar<\/span><\/p>\n<p><span class=\"titulo\">Contribuidores e Colaboradores<\/span> <span class=\"autor\">Revista Mesa 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/span><\/p>\n<p><b>Anita Sobar<\/b>\u00a0\u00e9 artista pl\u00e1stica e educadora, p\u00f3s-graduanda em Arte e Filosofia pela PUC-Rio (2013). \u00c9 graduada em Pintura\u00a0pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2008). Participou do programa Aprofundamento da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio (2010). Desde 2005 desenvolve trabalhos nas \u00e1reas de arte e educa\u00e7\u00e3o, atuando em diferentes centros culturais e museus como MAC Niter\u00f3i\/RJ (2005 a 2007), Centro Cultural Oi Futuro (2007 a 2011) e N\u00facleo Experimental de Educa\u00e7\u00e3o e Arte no Museu de Arte Moderna (RJ).\u00a0Atualmente \u00e9 professora do n\u00facleo de arte e tecnologia da Escola Spectaculu, no Rio. Atuou em exposi\u00e7\u00f5es como\u00a0<i>Ecos de H\u00e9lio<\/i> (Centro Cultural H\u00e9lio Oiticica\/RJ), <i>Festival Parede<\/i> (Centro Cultural Justi\u00e7a Federal\/RJ, 2010), <i>Tijuana \u2013 Feira de Arte Impressa<\/i> (Galeria Vermelho\/SP, 2010), <i>Urban\u00e1rio<\/i> (Espa\u00e7o Cultural S\u00e9rgio Porto\/RJ, 2013) e <i>Paisagens de Del\u00edrio<\/i>, coletivo Urban\u00e1rio \u2013 MAC como Obra de Arte (MAC Niter\u00f3i\/RJ, 2013).<\/p>\n<p><b>Bernardo Zabalaga<\/b> \u00e9 graduado em Comunica\u00e7\u00e3o Social (2003) na UCB\/Bol\u00edvia, e em Interpreta\u00e7\u00e3o Teatral (2009) na ESTC de Lisboa. \u00c9 tamb\u00e9m mestre em Pr\u00e1tica de Teatro Avan\u00e7ada na Central School of Speech and Drama, University of London (2010).\u00a0Trabalhou em produ\u00e7\u00f5es teatrais diversas, performance e live art, dan\u00e7a butoh e teatro-dan\u00e7a. Seus \u00faltimos trabalhos foram nas \u00e1reas da interven\u00e7\u00e3o urbana, v\u00eddeoarte e diversas performances no MAM-RJ, onde trabalhou no programa educativo entre 2011 e 2013. Desde julho de 2013 d\u00e1 aulas de arte no MBdRAC. Atualmente realiza pesquisa te\u00f3rico\/pr\u00e1tica que envolve o estudo de tradi\u00e7\u00f5es ancestrais e os seus usos e costumes espiritualistas.<\/p>\n<p><b>Bianca Bernardo<\/b> se define como \u201cartista-etc.\u201d, elabora pr\u00e1ticas h\u00edbridas entre performance, educa\u00e7\u00e3o, curadoria e gest\u00e3o cultural. Mestre em Artes pela UERJ, \u00e9 coordenadora de Educa\u00e7\u00e3o do Museu Bispo do Ros\u00e1rio Arte Contempor\u00e2nea. Integrou a equipe do N\u00facleo Experimental de Educa\u00e7\u00e3o e Arte do MAM-RJ de 2011 a 2013. Participou de workshop para artistas-educadores da Casa Daros em 2009, realizando encontros com diversos artistas, curadores e cr\u00edticos de arte. Colabora com artistas e espa\u00e7os independentes entre as cidades do Rio de Janeiro, Recife, Lisboa, Ros\u00e1rio e Buenos Aires. Atualmente participa do grupo LCCC, no qual desenvolve pesquisa sobre a experi\u00eancia Lygia Clark.<\/p>\n<p><b>Claudia Zeiske <\/b>\u00e9 curadora e trabalhou em organiza\u00e7\u00f5es escocesas e internacionais. Foi gerente de desenvolvimento da Duff House, filial da National Galleries of Scotland, e organizou o aclamado programa <i>Artists at Glenfiddich<\/i>, na regi\u00e3o rural de Speyside. Claudia dedica-se a levar quest\u00f5es locais para a esfera global. Hoje, concentra-se na amplia\u00e7\u00e3o do programa de resid\u00eancia internacional da Deveron Arts (<i>the town is the venue<\/i>), em Huntly, Esc\u00f3cia, no qual desenvolveu proposta curatorial singular, baseada em abordagem equilibrada entre a import\u00e2ncia art\u00edstica e o envolvimento da comunidade por meio de projetos com artistas de todo o mundo. \u00c9 coautora (com N. Sacramento) de <i>ARTocracy<\/i> (Berlim, 2010).<\/p>\n<p><b>Ernesto Neto<\/b>\u00a0\u00e9 um dos mais conhecidos dos artistas brasileiros contempor\u00e2neos. Estudou escultura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV Parque Lage) na d\u00e9cada de 1980. Influenciado pelo movimento brasileiro neoconcreto, H\u00e9lio Oiticica e Lygia Clark em particular, e por outros artistas brasileiros de renome, como Jos\u00e9 Resende e Tunga, ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas Neto tem criado estilo \u00fanico e desenvolvido carreira reconhecida internacionalmente, combinando explora\u00e7\u00f5es de formas e materiais abstratos e simb\u00f3licos. Suas grandes e macias formas biom\u00f3rficas, redes e labirintos, muitas vezes preenchem espa\u00e7os de exposi\u00e7\u00f5es inteiras, onde os espectadores s\u00e3o convidados a interagir. Em 2009, seu\u00a0<i>Anthropodino\u00a0<\/i>encheu o gigante Park Avenue Armory, em Nova York.\u00a0Recentemente o artista vem transformando suas instala\u00e7\u00f5es em paisagens suspensas e interativas.\u00a0Parceiro na galeria Gentil Carioca no Rio de Janeiro, Neto exibiu extensivamente em todo o Brasil e no exterior.<\/p>\n<p><b>Imagens do Povo\u00a0<\/b>\u00e9 um centro de documenta\u00e7\u00e3o, pesquisa, forma\u00e7\u00e3o e inser\u00e7\u00e3o de fot\u00f3grafos populares no mercado de trabalho que atua na Mar\u00e9, Rio de Janeiro. \u00c9 tamb\u00e9m um espa\u00e7o aberto destinado \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica contempor\u00e2nea. Criado pelo Observat\u00f3rio de Favelas, alia a t\u00e9cnica fotogr\u00e1fica \u00e0s quest\u00f5es sociais, registrando o cotidiano das favelas por meio de uma percep\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, que leva em conta o respeito aos direitos humanos e \u00e0 cultura local.<\/p>\n<p>Os fot\u00f3grafos de Imagens do Povo apresentados na videoentrevista com o diretor do Observat\u00f3rio de Favelas, Jailson Souza, s\u00e3o\u00a0AF Rodrigues, Bira Carvalho, Elis\u00e2ngela Leite, F\u00e1bio Caff\u00e9, Fagner Fran\u00e7a, Ingrid Cristina,\u00a0JV Santos, L\u00e9o Lima, L\u00e9o Melo, M\u00e1rcia Farias, Monara Barreto, Naldinho Louren\u00e7o, Nando Dias, Paulo Barros, Rat\u00e3o Diniz, Rovena Rosa, Rosilene Miliotti, Rubia Pella, Thiago Diniz, Veri-vg e Vitor Madeira. Para mais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0<i>www.imagensdopovo.org.br\/fotografos\/<\/i>.<\/p>\n<p><b>Jailson\u00a0de Souza e Silva<\/b> possui gradua\u00e7\u00e3o em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1984), mestrado em Educa\u00e7\u00e3o pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio, 1994), doutorado em Sociologia da Educa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pela PUC (1999) e p\u00f3s-doutorado pelo John Jay College of Criminal Justice \u2013 City University of New York. Professor associado da Universidade Federal Fluminense, fundou o Observat\u00f3rio de Favelas do Rio de Janeiro, foi secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o de Nova Igua\u00e7u e subsecret\u00e1rio executivo da Secretaria Estadual de Assist\u00eancia Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Tem diversas pesquisas e trabalhos publicados na \u00e1rea de estudos e pol\u00edticas urbanas, e atua principalmente nos seguintes temas: pol\u00edticas sociais, favelas, periferias, viol\u00eancia, educa\u00e7\u00e3o e tr\u00e1fico de drogas.<\/p>\n<p><b>Jessica Gogan <\/b>\u00e9 curadora e educadora independente baseada nos Estados Unidos e no Brasil, e diretora do Instituto MESA, do Rio de Janeiro, organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que atua na interse\u00e7\u00e3o da arte socialmente engajada, curadoria e educa\u00e7\u00e3o. Entre seus projetos recentes est\u00e3o o N\u00facleo Experimental de Educa\u00e7\u00e3o e Arte no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, avalia\u00e7\u00e3o do projeto pedag\u00f3gico da 8\u00aa Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, e exposi\u00e7\u00e3o e resid\u00eancia do artista brasileiro Jos\u00e9 Rufino no Museu Andy Warhol (Pittsburgh, EUA), onde foi diretora de educa\u00e7\u00e3o e curadora de projetos especiais. Atualmente, \u00e9 aluna de Ph.D. em Hist\u00f3ria da Arte na Universidade de Pittsburgh.<\/p>\n<p><b>Jos\u00e9 Rufino <\/b>desenvolveu sua jornada art\u00edstica passando da poesia para a poesia-visual e, em seguida, para a arte postal, desenhos e pinturas, ainda nos anos 80. Os di\u00e1logos dicot\u00f4micos envolvendo mem\u00f3ria\/esquecimento, opul\u00eancia\/decad\u00eancia e opress\u00e3o\/oprimido contaminam seu trabalho. Entre as obras mais significativas, est\u00e3o a s\u00e9rie <i>Cartas de Areia &#8211; desenhos sobre envelopes e cartas de fam\u00edlia<\/i>; as instala\u00e7\u00f5es\u00a0<i>Vociferatio<\/i>, <i>Lacrymatio<\/i>\u00a0e\u00a0<i>Respiratio<\/i>, produzidas nos anos 90, e <i>Laceratio<\/i>\u00a0e\u00a0<i>Murmuratio<\/i>, expostas na 3\u00aa Bienal do Mercosul e Museu da Vale;\u00a0<i>Plasmatio<\/i>, produzida com m\u00f3veis e documentos relacionados a desaparecidos pol\u00edticos brasileiros (25\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo; Museu de Arte Moderna Alo\u00edsio Magalh\u00e3es; Museu Oscar Niemeyer; Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Niter\u00f3i; Embaixada do Brasil em Berlim);\u00a0<i>Divortium<\/i>\u00a0<i>Aquarum<\/i> (Usina Cultural Energisa; Centro Cultural Banco do Brasil-RJ) e\u00a0<i>Ulysses<\/i>, na Casa Fran\u00e7a Brasil.<\/p>\n<p><b>Leandro Almeida<\/b> \u00e9 produtor cultural formado pela UFF, estudou cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, na Academia Internacional de Cinema, e ainda na UFF concluiu o curso de extens\u00e3o m\u00eddia e educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 videomaker e editor, atua como educador social no campo do audiovisual e ministrou cursos para forma\u00e7\u00e3o de jovens comunicadores em pontos de cultura, ongs e escolas p\u00fablicas. \u00c9 cineclubista e coordena o Cineclube Cineolho que acontece no MAC Niter\u00f3i desde 2007. Trabalhou no setor de arte-educa\u00e7\u00e3o do MAC entre 2002 a 2009, coordenando e produzindo programas, projetos e eventos no campo sociocultural com foco nas comunidades do entorno do Museu. Trabalhou na implementa\u00e7\u00e3o do M\u00f3dulo de A\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria do MAC na comunidade do Morro do Pal\u00e1cio. Entre 2010 e 2013 atuou na Secretaria do Audiovisual do Minist\u00e9rio da Cultura atrav\u00e9s da Programadora Brasil. Hoje coordena o programa Museu F\u00f3rum no MAC Niter\u00f3i. \u00c9 s\u00f3cio diretor da Provis\u00f3rio Permanente Produ\u00e7\u00f5es Culturais.<\/p>\n<p><b>Leonardo Guelman <\/b>\u00e9 professor, escritor e pesquisador em arte e cultura. Possui gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense (1986), mestrado em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1997, com a disserta\u00e7\u00e3o <i>Univvverrsso Gentileza: a g\u00eanese de um mito contempor\u00e2neo<\/i>) \u00a0e doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense (2011, com a tese <i>A Escritura do Sert\u00e3o: constru\u00e7\u00e3o e derivas da imagem-sert\u00e3o em obras paradigmas da sertanidade<\/i>). \u00c9 professor adjunto da UFF. Idealizou e coordenou o Projeto Rio com Gentileza, que promoveu duas a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o (em 2000 e 2010) da obra mural do Profeta Gentileza no Rio de Janeiro. Foi coordenador do curso de gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o Cultural da UFF (1997-2000), diretor do Centro de Artes UFF (2001-2006) e curador do Teatro Raul Cortez (2007-2008). Atualmente dirige o Instituto de Arte e Comunica\u00e7\u00e3o Social da UFF. \u00c9 professor do Departamento de Artes da UFF e do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Cultura e Territorialidades. Suas pesquisas est\u00e3o voltadas para as rela\u00e7\u00f5es entre narrativas, imagin\u00e1rio e territ\u00f3rio.<\/p>\n<p><b>Luiz Guilherme Vergara\u00a0<\/b>\u00e9 professor\u00a0do Departamento de Arte e das p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es em Estudos Contempor\u00e2neos das Artes e Cultura e Territorialidade da Universidade Federal Fluminense (UFF). Como curador\/diretor do Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Niter\u00f3i (MAC) de 2005-2008 foi respons\u00e1vel pela curadoria de diversas exposi\u00e7\u00f5es com foco no di\u00e1logo entre a arquitetura de Oscar Niemeyer e as pr\u00e1ticas art\u00edsticas contempor\u00e2neas, tais como\u00a0<i>Po\u00e9ticas do Infinito<\/i>\u00a0(2005) e<i>\u00a0Abrigo Po\u00e9tico<\/i>\u00a0de Lygia Clark (MAC, 2006) e pelo programa extra-muro Arte A\u00e7\u00e3o Ambiental (MAC,1998 -) na comunidade do Morro do Pal\u00e1cio. Em 2013, de volta para a curadoria\/dire\u00e7\u00e3o do MAC, foi curador das exposi\u00e7\u00f5es\u00a0<i>Alexandre Dacosta<\/i>:\u00a0<i>Percursos de coexist\u00eancias improv\u00e1veis<\/i>\u00a0e\u00a0<i>Suzana Queiroga: Olhos D&#8217;\u00c1gua<\/i>\u00a0e parte das equipes e colabora\u00e7\u00f5es curatoriais das mostras de\u00a0<i>Joseph Beuys: Res-P\u00fablica \u2013 Conclama\u00e7\u00e3o para uma Alternativa Global<\/i>\u00a0e\u00a0<i>Carlos Vergara: Sud\u00e1rio<\/i>. \u00c9 co-editor da\u00a0<i>Revista MESA<\/i>\u00a0e seus interesses de pesquisa concentram-se na interface entre arte, museus e sociedade.<\/p>\n<p><b>Nuno Sacramento<\/b> nasceu em Maputo, Mo\u00e7ambique, e hoje mora e trabalha em Aberdeenshire, onde \u00e9 diretor da Scottish Sculpture Workshop, em Lumsden. \u00c9 formado pelo programa de treinamento de curadoria deAppel e tem doutorado em Artes Visuais da School of Media Arts and Imaging, Duncan of Jordanstone College of Art and Design, de Dundee. Dedica-se a quest\u00f5es relacionadas \u00e0 viabilidade de pequenas organiza\u00e7\u00f5es de artes, terra e assuntos rurais, compartilhamento de habilidades em of\u00edcios e colabora\u00e7\u00e3o, <i>Arts and Crafts<\/i> no s\u00e9culo XXI e os <i>commons<\/i>. \u00c9 pesquisador, curador de projetos, escritor e palestrante.<\/p>\n<p><b>Tania Rivera<\/b> \u00e9 ensa\u00edsta, psicanalista e professora do Departamento de Arte e da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Contempor\u00e2neos das Artes da Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutora em Psicologia pela Universit\u00e9 Catholique de Louvain, B\u00e9lgica, realizou p\u00f3s-doutorado em Linguagens Visuais na Escola de Belas-Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). \u00c9 pesquisadora bolsista do CNPq e autora dos livros\u00a0<i>Arte e Psican\u00e1lise<\/i>\u00a0(2002),\u00a0<i>Guimar\u00e3es Rosa e a Psican\u00e1lise <\/i>(2005) e\u00a0<i>Cinema, Imagem e Psican\u00e1lise<\/i> (2008), todos por Jorge Zahar Editor), <i>H\u00e9lio Oiticica e a Arquitetura do Sujeito <\/i>(2012, Editora da UFF) e\u00a0<i>O Avesso do Imagin\u00e1rio. Arte Contempor\u00e2nea e Psican\u00e1lise\u00a0<\/i>(2013, CosacNaify). Dirigiu, entre outros, o v\u00eddeo <i>Ensaio sobre o Sujeito na Arte Contempor\u00e2nea Brasileira<\/i> (2012).<\/p>\n<p><b>Virg\u00ednia<\/b><b> Kastrup<\/b> \u00e9 doutora em Psicologia Cl\u00ednica (PUC-SP) e professora associada do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. \u00c9 membro do N\u00facleo de Pesquisa Cogni\u00e7\u00e3o e Coletivos (Nucc) e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Suas investiga\u00e7\u00f5es s\u00e3o voltadas para as \u00e1reas de arte, produ\u00e7\u00e3o de subjetividade e defici\u00eancia visual. Publicou <i>A Inven\u00e7\u00e3o de Si e do Mundo <\/i>(Papirus, 1999; Aut\u00eantica, 2007) e <i>Pol\u00edticas da Cogni\u00e7\u00e3o<\/i> (Kastrup, Tedesco e Passos, Sulina, 2008). \u00c9 uma das organizadoras de <i>Pistas do M\u00e9todo da Cartografia<\/i> (Passos, Kastrup e Esc\u00f3ssia, Sulina, 2009) e <i>Exerc\u00edcios de Ver e N\u00e3o Ver: arte e pesquisa com pessoas deficientes visuais<\/i> (Moraes e Kastrup, Nau, 2010), e publicou diversos textos em colet\u00e2neas e revistas especializadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Makers\u2019 Meal e a produ\u00e7\u00e3o do novo common K. Morris, E. Ogilvie, K. Mellard e J. 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